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    Como armazenar dados legais

    Quem sou
    Robert Maurer
    @robertmaurer
    FONTES CONSULTADAS:

    wikipedia.org

    Coment√°rios sobre o item:

    aviso de conte√ļdo

    Neste longo artigo vou mostrar-lhe como armazenar dados jur√≠dicos / administrativos tais como regulamentos, decretos, leis ou outros deste tipo.

    Além disso, você também pode aplicar esse mesmo método a qualquer texto escrito de que precise se lembrar.

    A ideia do artigo foi-me dada pela Sara, uma leitora que prepara um concurso para ser auxiliar administrativa e que me pediu uma ajudinha.

    Enquanto tipo de armazenamento, o de dados jur√≠dicos creio ser um dos mais √ļteis e difundidos: aplica-se n√£o s√≥ a estudantes de direito, mas a todos aqueles que, por motivos diversos, t√™m de memorizar c√≥digos, leis, regulamentos.



    Esses são dados difíceis de lembrar por vários motivos:

    • √Č importante o precis√£o nas palavras. Como veremos no exemplo de hoje, verbos como deliberar, determinar, aprovar, autorizar possuem diferentes nuances de significado. Lembrar de uma palavra em vez de outra, na lei, √†s vezes pode fazer toda a diferen√ßa no mundo
    • As letras s√£o longo, articulado, prolixo, muitas vezes mal escrito. O jarg√£o jur√≠dico / administrativo, como sabemos, √© inerentemente cansativo. Ent√£o, como sempre acontece, √© escrito com pressa e mal, aqui nos encontramos estudando cacofonias sint√°ticas reais
    • Eles exigem algum esfor√ßo l√≥gico e imaginativo. Por exemplo, quase nenhum de n√≥s j√° fez parte do conselho de diretores de uma universidade, e hoje teremos que memorizar suas fun√ß√Ķes. Se pensar bem, √© como memorizar as fun√ß√Ķes de uma m√°quina de lavar sem nunca ter usado uma, sem saber como √© feita, sem ter uma ideia precisa para que serve.
    • Eles geralmente cont√™m (mas n√£o √© o caso hoje), uma segunda ordem de dados para lembrar, como n√ļmeros (por exemplo, os dos artigos dos c√≥digos) ou refer√™ncias a outras leis / decretos / regulamentos, etc., etc. Assim, um sistema √†s vezes muito desafiador de caixas chinesas √© formado para seguir

    Para armazenar dados legais, portanto, um abordagem lógica sólida: compreender, elaborar, refletir, perceber semelhanças e diferenças etc.



    Se voc√™ complement√°-lo com mnem√īnicos, pode reduzir significativamente o tempo que ter√° de dedicar ao estudo.

    Vamos ver como fazer, partindo do tema que Sara me prop√īs

    Ser√°:

    Oi anthony,

    Acompanho o teu blog h√° muito tempo e tamb√©m gostaria de te pedir ajuda no que diz respeito √† memoriza√ß√£o. Estou a estudar para um concurso para um cargo de assistente administrativo e temos como programa o Estatuto da Universidade, a Lei da Reforma Gelmini e v√°rios regulamentos. A este respeito, gostaria de lhe pedir conselhos sobre como memorizaria, por exemplo, uma lista bastante longa das fun√ß√Ķes de um √≥rg√£o importante como o Conselho de Administra√ß√£o, que colarei abaixo.

    O Conselho de Administração, em particular:

    a) aprova, sob proposta do Reitor, e com parecer do Senado Académico, o orçamento anual e trienal e os balanços finais da Universidade e o balanço consolidado;
    b) aprova, sob proposta do Reitor e após parecer do Senado Académico para os aspectos da sua competência, o documento de planeamento trienal da Universidade, a orientação estratégica, o planeamento financeiro anual e trienal, o anual e planejamento de equipe de três anos;
    c) administrar os bens móveis e imóveis e fiscalizar a sua conservação;
    d) determina, ouvido o Senado Acad√©mico, as contribui√ß√Ķes a pagar pelos alunos e todo e qualquer tratamento econ√≥mico a favor dos pr√≥prios alunos, que compete √† Administra√ß√£o Central da Universidade;
    e) determina os recursos financeiros a afectar √†s estruturas da Administra√ß√£o Central e aos centros com compet√™ncias de gest√£o aut√≥noma, com observ√Ęncia das regras constantes do Regulamento e com base nos crit√©rios fixados pelo Senado Acad√©mico;
    f) determina, com parecer favorável do Senado Académico, a repartição entre as Secretarias dos recursos financeiros para a investigação e ensino e o orçamento para o corpo docente;
    g) deliberar, após parecer favorável do Senado Académico, a atribuição de cargos ao corpo docente;
    h) deliberar, com parecer favor√°vel do Senado Acad√©mico, a distribui√ß√£o entre as Escolas dos recursos financeiros para a manuten√ß√£o das instala√ß√Ķes, bem como a aquisi√ß√£o e manuten√ß√£o dos equipamentos necess√°rios ao ensino;
    i) identifica os crit√©rios de controlo da gest√£o, nos limites referidos no n.¬ļ 1, da Administra√ß√£o Central e da Universidade no seu conjunto;
    l) exprimir parecer obrigat√≥rio e vinculativo sobre as altera√ß√Ķes aos Estatutos e aos regulamentos de ensino e investiga√ß√£o, incluindo os relativos aos Departamentos e Escolas;
    m) fiscaliza a sustentabilidade financeira das atividades da Universidade;
    n) autoriza, se envolver despesas com o or√ßamento da universidade central, acordos e conven√ß√Ķes com universidades e entidades p√ļblicas ou privadas, nacionais e estrangeiras, j√° aprovadas pelo Senado Acad√©mico, bem como contratos de actividades de investiga√ß√£o e consultoria;
    o) Deliberar, com parecer do Senado Académico, a constituição e modificação das estruturas centrais e periféricas da Universidade;
    p) confere, sob proposta do Reitor, o cargo de Diretor Geral;
    q) aprova as propostas de chamadas;
    r) Deliberar sobre as san√ß√Ķes disciplinares relativas a professores e investigadores;
    s) fixa os crit√©rios e o montante da indemniza√ß√£o para todos os cargos para os quais a indemniza√ß√£o se encontre prevista na lei ou neste Estatuto, tornando-os p√ļblicos com observ√Ęncia do disposto na lei sobre
    transpar√™ncia nas administra√ß√Ķes p√ļblicas;
    t) aprova o Regulamento da Universidade de Administração, Finanças e Contabilidade, de acordo com o procedimento indicado pela legislação em vigor;
    u) transmite o orçamento anual trienal e o saldo final ao Ministério da tutela da Universidade e ao Ministério da Economia e Finanças;
    v) delibera sobre propostas do Senado Acad√™mico nos termos do art. 50, par√°grafo 2¬ļ, deste Estatuto;
    z) exerce todas as demais fun√ß√Ķes e atribui√ß√Ķes previstas na legisla√ß√£o em vigor, nos Estatutos e no Regulamento.



    Como você procederia? Muito obrigado antecipadamente! Vai ser

    Como armazenar essa lista de dados?

    Certamente n√£o √© uma memoriza√ß√£o f√°cil: 21 fun√ß√Ķes, ordenadas alfabeticamente, que apresentam muitos dos problemas que apontei na introdu√ß√£o: verbosidade, presen√ßa de detalhes, dificuldade de conceitua√ß√£o.

    Vamos dar um passo a passo.

    Primeiro, uma vez que é uma lista, pode ser use um palácio de memória para lembrar disso na ordem exata.

    Você pode aprender mais sobre o palácio da memória neste link.

    Aqui, fico contente em lembr√°-lo do princ√≠pio b√°sico: voc√™ deve vincular uma memoriza√ß√£o de curto prazo (as v√°rias fun√ß√Ķes do CDA) √†s coisas j√° presentes em sua mem√≥ria de longo prazo (os locais de constru√ß√£o da mem√≥ria).

    No entanto, como a lista segue uma nota√ß√£o alfab√©tica de A a Z, √© ainda mais f√°cil usar o √ļltimo por meio de:

    • O alfabeto naval internacional (√© um dos "arquivos de loci" que sempre recomendo aprender de cor)
    • Ou um caminho de 21 imagens, uma para cada letra do alfabeto, constru√≠do por voc√™.

    Usamos esta segunda possibilidade, n√£o porque seja absolutamente a melhor, mas porque me parece √ļtil para fins did√°ticos.

    Você deve formar 21 imagens que representem 21 palavras, cada uma começando com uma letra diferente do alfabeto.

    Faça isso rapidamente, escolhendo a primeira imagem que vier à mente que pareça fácil de visualizar e lembrar.

    Em seguida, passe cerca de 5 minutos revisando a lista, analisando com calma cada imagem em detalhes.


    Use as regras de visualização que vimos no artigo lembradas por imagens:

    • Seja espec√≠fico (se, por exemplo, voc√™ imaginar um cachorro, n√£o precisa ser qualquer um, mas um que voc√™ conhece bem).
    • Observe a forma, a cor, a sensa√ß√£o t√°til que a imagem lhe d√°
    • Amplie os detalhes
    • Interaja com a imagem

    A raz√£o para usar essas regras √© a mesma do pal√°cio da mem√≥ria: associar novas no√ß√Ķes com mem√≥ria de longo prazo. 


    Aqui est√£o as 21 palavras / imagens que escolhi:

    Neste ponto, vamos prosseguir para o estudo propriamente dito.

    Começamos por encontrar, para cada ponto do regulamento, um elemento essencial que representa seu principal argumento.

    Este elemento essencial é então transformado em uma imagem que o representa.

    E, finalmente, esta imagem - que constitui os dados da memória de curto prazo - é associada à imagem correspondente previamente criada, aquela que já está presente na sua memória de longo prazo.

    O objetivo desta primeira etapa não é armazenar todo o texto, mas apenas o argumento principal de cada função.

    Em vez disso, na segunda fase, veremos como adicionar todo o resto das informa√ß√Ķes.

    Mas vamos ver um exemplo, a partir da função identificada pela letra a)

    ‚ÄúAprova, sob proposta do Reitor, e com parecer do Senado Acad√©mico, o or√ßamento anual e trienal e os balan√ßos finais da Universidade e o balan√ßo consolidado‚ÄĚ

    Em minha opinião, o tema específico a ser selecionado para esta frase são orçamentos.

    Em seguida, construa uma imagem da qual voc√™ se lembre: por exemplo uma bela balan√ßa em cujas placas est√£o colocados alguns livros cheio de n√ļmeros, or√ßamentos de fato.

    Observe que, neste caso, tanto a balan√ßa quanto os livros me lembram do assunto: √© um redund√Ęncia o que √© excelente para a mem√≥ria, mas nem sempre √© f√°cil de fazer.

    Fixa na memória a imagem da escala com os livros, dando-lhe detalhes, ampliando-a, aplicando zoom, usando se possível objetos que por sua vez fazem parte de sua memória de longo prazo.

    Isto é, não um balanço genérico, mas você conhece, não balanços genéricos, mas balanços que você conhece.

    Claro que nem sempre isso será possível! Sempre que puder, no entanto, use imagens de coisas reais, que fazem parte de suas memórias.

    Nesse ponto, resta fazer a conex√£o entre a imagem que representa a letra a), que √© o √Ābaco, e a Libra com os livros.

    Por exemplo, coloque a balança em cima do ábaco, pairando, quase como se estivesse prestes a cair. Fixe sua atenção na linha de contato entre os dois elementos, imagine tudo tão vividamente quanto possível.

    E aqui você pode finalmente passar para o próximo ponto.

    Mas primeiro, vamos ver por um momento quanto tempo demorei para fazer esta primeira associação:

    • Levei cerca de 15 segundos para ler a frase, refletir sobre ela e decidir quais equil√≠brios eram o elemento principal.
    • Para criar uma boa imagem de "or√ßamentos", coloquei 10
    • Para criar a associa√ß√£o entre Abaco e Bilanci coloquei 5
    • Para rever toda a imagem, vendo-a em detalhes em minha mente, coloco mais 10

    Resumindo, cerca de quarenta segundos no total.

    Eu diria, portanto, que, para cada ponto, um tempo aceitável para fazer essa primeira fase de memorização é entre 30 segundos e um minuto, dependendo da dificuldade.

    Observe, entre outras coisas, que para "destilar" o elemento central de cada frase, é necessário fazer um primeiro esforço de compreensão e elaboração do texto, o que contribuirá para a memorização.

    Mas vamos prosseguir artigo por artigo.

    Exibição básica de cada um dos 21 pontos

    Aqui est√£o minhas escolhas, j√° acopladas ao respectivo elemento alfab√©tico. Para alguns deles, em minha opini√£o os mais significativos, darei explica√ß√Ķes.

    Abaco: Or√ßamentos -> saldo com grandes livros cheios de n√ļmeros em seus pratos

    bota: Programação -> dentro do barril está Alessandro, meu amigo o programador

    Pato: Heritage -> meu cachorro Bart (lembre-se, n√£o escolha imagens gen√©ricas, mas espec√≠ficas tanto quanto poss√≠vel) entra em seu canil, que est√° transbordando de dinheiro, joias, a√ß√Ķes.

    Porca: Honras e encargos do aluno -> o dado √© lan√ßado por um aluno. Metade dos rostos faz com que ganhe (honras) metade faz com que perca (fardos). Esta memoriza√ß√£o, menos direta que as anteriores, parece-me √ļtil para explicar. O texto fala em "tratamento econ√īmico" e "tratamento contributivo", ou seja, impostos a pagar e desembolsos a favor. Transformei esses dois conceitos em "honras e encargos", que √© uma express√£o comumente usada muito mais f√°cil de visualizar no in√≠cio. E que eu ent√£o fiz com o truque das faces da noz.

    Hera: Recursos financeiros para administra√ß√£o central e centros com autonomia -> aqui a imagem √© um pouco complicada, e reflete o esfor√ßo mental que √© necess√°rio para entender o que est√° sendo memorizado. Esfor√ßo que, entre outras coisas, o ajudar√° a memorizar. Nesse caso, estamos falando de recursos financeiros para o √≥rg√£o central e para os √≥rg√£os perif√©ricos aut√īnomos. Decidi ent√£o, como lembrete, fazer uma alegoria com o sistema nervoso, tamb√©m composto por um corpo central (o c√©rebro) e corpos perif√©ricos, alguns sob seu controle total, outros aut√īnomos. O sistema nervoso central √© alimentado pela corrente sangu√≠nea, o que representa recursos financeiros em minha met√°fora. Aqui, ent√£o, a met√°fora n√£o s√≥ me ajuda a lembrar o conte√ļdo principal dessa fun√ß√£o, mas tamb√©m a entend√™-la e conceitualiz√°-la. Sendo ent√£o m√©dica, √© muito f√°cil para mim imaginar, desenhada na folha de hera, uma bela imagem do nosso sistema nervoso.

    Faro: Recursos financeiros para ensino e pesquisa -> o farol ilumina um microscópio (pesquisa) e um quadro negro (ensino) imerso em notas

    Golf: Atribuição de assento -> Eu acertei uma bola de golfe apoiada em um espaço reservado.

    Hotel: Manutenção -> Chego ao meu hotel preferido (o Hotel D'Europe em Avignon) e está fechado para manutenção.

    Porco-espinho: controle de gestão -> a torre de controle do aeroporto está cheia de porcos-espinhos (imagine só, nem sempre saem bem. Mas você tem que saber se contentar, você vai se lembrar disso quando passar por cima de novo, talvez precisamente por se tratar de uma imagem que realmente não saiu bem).

    lim√£o: mudan√ßas nos estatutos e regulamentos -> novamente, nos deparamos com uma cria√ß√£o mental bastante complicada. Como voc√™ deve saber, com o suco de lim√£o voc√™ pode escrever de forma invis√≠vel e, em seguida, fazer as palavras aparecerem aquecendo a folha de papel. Imagino, pois, o Estatuto de Albertine que, uma vez aquecido, se cobre de modifica√ß√Ķes importantes escritas com tinta invis√≠vel. (Nota: o Statuto Albertino √© o estatuto da fam√≠lia Savoy, promulgado em 1848. Em quase todas as cidades existe um Statuto da pra√ßa. N√£o √© uma constitui√ß√£o, mas um estatuto)

    Parede: sustentabilidade financeira -> a associação é fácil aqui. A parede da casa é sustentada por uma coluna feita de notas de 50 euros (talvez!).

    N√£o n√£o: acordos e conven√ß√Ķes -> meu av√ī aperta a m√£o de desconhecidos

    Urso: estabelece e modifica as estruturas centrais e perif√©ricas -> um urso sentado no PC primeiro conecta todos os perif√©ricos (microfone, webcam, impressora, alto-falantes) e depois os troca. Neste caso decidi, visto que a imagem me veio assim √† cabe√ßa, sugerir j√° na imagem os verbos ‚Äúestabelecer e modificar‚ÄĚ.

    Palla: gerente geral -> uma bola bate em qualquer coisa que lembre o gerente geral (imagino o megadiretor da megaempresa Fantozzi). Assim como vem, também vai. Observe que bater na cara não é depreciativo para o pobre diretor, mas é um estratagema típico das técnicas de memória: imagine eventos vívidos e memoráveis. E, portanto, uma bola na cara é, por exemplo, muito melhor do que uma simples "bola de jogo"

    Quadro: Propostas de convites -> aqui, é claro, você deve primeiro entender do que está falando. As propostas de chamadas referem-se (creio) ao recrutamento de professores universitários. Para se lembrar disso, imagine uma pintura que você conhece bem (a Mona Lisa) chamando um de seus professores

    Riquix√°: San√ß√Ķes disciplinares -> Acertei o quarto √°rbitro oficial da UEFA com um riquix√°. Neste caso, a imagem que encontrei √© realmente f√°cil de lembrar, mas passar de √°rbitro a "san√ß√Ķes disciplinares" pode custar um pouco a voc√™, dependendo da sua familiaridade com o jarg√£o do futebol.

    Salame: Indenização (é uma forma de remuneração) -> corte o salame e você encontrará no recibo de vencimento, que detalha os diversos subsídios (viagens, acompanhamentos, etc.).

    Touro: Regras de Administração, Finanças e Contabilidade -> Aqui você deve basear-se na sua experiência pessoal. Qualquer empresa possui um escritório administrativo, financeiro e contábil. Imagine dois chifres de tório fora dele, nos quais está pendurado um regulamento de condomínio.

    Uva: Transmite o equil√≠brio -> uma antena em forma de equil√≠brio sai das uvas. Novamente, como no ponto "carregar", usei uma imagem que cont√©m a ideia do verbo. Essa √© uma antena para transmitir. A raz√£o √© que "or√ßamentos" j√° estava no item a), ent√£o t√™-los novamente sozinho era um problema. Al√©m disso, uma antena para "transmitir" veio realmente espont√Ęnea para mim.

    Copo: art 50 -> neste caso deve-se usar a convers√£o fon√©tica (que se voc√™ estuda mat√©ria jur√≠dica tem que aprender √† for√ßa) para transformar o n√ļmero em imagem. O n√ļmero 50, representado com a convers√£o fon√©tica, corresponde ao c√£o LaSie. Ent√£o, no Vaso que minha m√£e me deu est√° o cachorro LaSsie (eles s√£o de tamanhos diferentes, mas n√£o h√° problema: um cachorro de tamanho m√©dio em um vaso de 20 cent√≠metros √© algo v√≠vido, facilmente lembrado)

    Plinto: Todas as outras fun√ß√Ķes e habilidades -> √Č a partida da It√°lia contra o "Resto do Mundo" (todas as outras fun√ß√Ķes e habilidades) e os jogadores do resto do mundo t√™m tamancos no p√© (imagem geral n√£o muito eficaz, mas paci√™ncia )

    Agora que terminamos esta primeira fase, vamos ver como estamos fazendo alguns testes

    Controle e revis√£o da primeira fase de armazenamento

    Digamos, por exemplo, que eu queira saber do que se trata:

    • Ponto F: Lembro-me facilmente que f corresponde a Faro. O Farol ilumina um microsc√≥pio e um quadro negro imerso em dinheiro ... n√£o deve ser dif√≠cil neste momento lembrar que o artigo √© sobre financiamento para pesquisa e ensino. Voc√™ n√£o teve sucesso ou foi apenas parcialmente bem-sucedido? Sem problemas, revise mentalmente toda a associa√ß√£o: da letra √† imagem alfab√©tica; da imagem alfab√©tica √† associa√ß√£o mental com microsc√≥pio, quadros negros e dinheiro; deste √ļltimo ao conceito que representa. Voc√™ ver√° que, uma vez que tenha passado por isso, voc√™ ter√° consolidado bem.
    • Ponto B: corresponde ao barril. Mhhhh h√° algo no barril, certo? Na verdade, algu√©m. Um programador. Neste ponto, falamos sobre programa√ß√£o, ent√£o veremos o qu√™.
    • Ponto G: golfe -> a bola est√° em um espa√ßo reservado. Aqui falamos sobre aloca√ß√£o de assentos
    • Ponto D: morrer -> o aluno que joga o dado com metade do lado bom e metade do lado ruim -> taxas e honras -> taxas de estudante e financiamento
    • Ponto N - meu av√ī apertando as m√£os -> acordos e conven√ß√Ķes

    Mas também fazemos alguns testes ao contrário, o que é mais difícil.

    Onde falamos sobre o gerente geral? Mhhh….

    √Č ele quem leva a bola na cara, ent√£o aponto P.

    E do financiamento a √≥rg√£os perif√©ricos centrais e aut√īnomos? Ent√£o, eu me lembro da alegoria do sistema nervoso, e aqui eu a vejo representada em uma folha de hera. Ponto E.

    √Č o cachorro? Onde estava o cachorro? Em seu canil, ele explodiu com dinheiro, a√ß√Ķes e joias. Uma verdadeira heran√ßa.

    Tem outro cachorro em algum lugar também, certo? Sim, é Lassie, que está dentro de um Vaso e representa, na conversão fonética, o art.50.

    E o equil√≠brio? Acho que duas vezes: pairando sobre o √°baco no ponto a), e em cima de uma antena que sai de uma uva no ponto u). Por outro lado, as demonstra√ß√Ķes financeiras, uma vez aprovadas (que √© sobre o que falamos no ponto a), devem ent√£o ser transmitidas a algu√©m, como dizemos no ponto u)

    Resumindo, se você trabalhou bem, você deve:

    • Compreenda e memorize o t√≥pico principal de cada uma das 21 fun√ß√Ķes CDA listadas
    • Ser capaz de list√°-los em qualquer ordem e mesmo quando contados em um ponto alfab√©tico aleat√≥rio
    • Tendo assimilado v√°rias informa√ß√Ķes secund√°rias, gra√ßas ao esfor√ßo de processamento feito para identificar o tema principal e criar as imagens correspondentes.

    Pode ser que algumas imagens aqui e ali não sejam totalmente precisas (estava Lassie ou o programador dentro da jarra? O que exatamente o urso fez? O que o Farol iluminou além do microscópio?).

    Ou talvez você não consiga reproduzir corretamente uma frase a partir de uma imagem: por exemplo, você não poderá voltar imediatamente de "encargos e honras" para "encargos de contribuição e salário".

    No entanto, essas são pequenas falhas e nuances que você irá corrigi-lo facilmente mais tarde na memorização.

    Oh sim, porque obviamente n√£o terminamos aqui.

    Segunda fase de memorização

    O argumento principal, na maioria das situa√ß√Ķes, n√£o √© suficiente para voc√™ passar em um exame.

    Em vez disso, você precisa adicionar uma série de subelementos.

    Vamos ver como fazer, começando do início da lista, ou seja, do ponto a)

    ‚ÄúAprova, sob proposta do Reitor, e com parecer do Senado Acad√©mico, o or√ßamento anual e trienal e os balan√ßos finais da Universidade e o balan√ßo consolidado‚ÄĚ

    Você já tem a imagem da escala pairando sobre o ábaco.

    Você deve então usar a técnica de segmentação para memorizar o resto da frase.

    Em essência, trata-se de identificar detalhes na imagem principal, geralmente 4 ou 5: por exemplo, a base da escala, a haste, o início dos braços, as correntes das placas, etc.

    Em seguida, associe cada um desses detalhes a uma imagem que represente informa√ß√Ķes secund√°rias.

    Mas sem exagerar. Muitos, de fato, de forma servil, tentando transformar cada palavra em imagem, como se tivessem que decorar um poema.

    Isso n√£o apenas consome muito tempo e energia, mas tamb√©m n√£o √© necess√°rio memorizar informa√ß√Ķes que geralmente t√™m uma l√≥gica bastante clara.

    Lembre-se de que as t√©cnicas de mem√≥ria s√£o √ļteis lembrar mais rapidamente dados que, com a simples repeti√ß√£o, dificilmente entram na cabe√ßa.

    Mas se esses dados derivam de forma lógica e evidente dos dados principais, não é necessário nem eficiente usar as técnicas para lembrá-los.

    Ent√£o, vamos pensar sobre esta frase.

    O verbo aprova, deve ser lembrado com técnicas? Na minha opinião, não necessariamente, é totalmente lógico.

    No entanto, se alguém não estiver tão familiarizado com o assunto, pode valer a pena. Gostar? Uma vez que nesta lista de pontos o verbo aprovar é repetido várias vezes, eu identificaria uma imagem que o represente (por exemplo, uma caneta elegante, daquelas usadas para assinar documentos importantes) e Eu o usaria sempre que o verbo aparecer nesta lista.

    O mesmo vale para o Reitor (o imperador César) e o Senado Acadêmico (o Senado Romano): eles aparecem em vários outros pontos, por isso é melhor digitá-los e associá-los à imagem básica cada vez que aparecem.

    Ent√£o, neste momento, voc√™ tem sua balan√ßa com os grandes livros apoiados nas placas, e na qual voc√™ identificou 4 subloca√ß√Ķes.

    Em uma, a base, você vai colocar a linda caneta, aquela que representa o verbo "aprovar"

    Na segunda, na haste, você vai imaginar o imperador César pendurado com todo o Senado.

    Aí então já se pode dizer "aprove os orçamentos, por proposta do reitor e do senado acadêmico".

    Excelente. Mas que orçamentos?

    ‚ÄúDi Ateneo‚ÄĚ parece-me muito √≥bvio: sendo o Conselho de Administra√ß√£o da Universidade, √© naturalmente chamado a aprovar o seu pr√≥prio or√ßamento, n√£o o dos outros. Portanto, n√£o faz sentido lembrar "da universidade" com mnem√īnicos.

    ‚ÄúEstimativa e balan√ßo final‚ÄĚ: mesmo aqui, a meu ver, n√£o vale a pena criar imagens mnem√īnicas. √Č uma no√ß√£o comum que √© feito um balan√ßo de previs√£o, que cont√©m as previs√Ķes, e um balan√ßo final, que √© o que realmente certifica como as coisas correram.

    ‚ÄúAnual e trienal‚ÄĚ: anual √© √≥bvio. Tr√™s anos, por outro lado, muito menos, porque nem todo mundo faz or√ßamentos de tr√™s anos, e mesmo quem os faz plurianual n√£o tem necessariamente 3 anos. Podem ser 4, 5 ou 2. Em suma, o n√ļmero 3 na minha opini√£o deve ser lembrado intencionalmente, com uma t√©cnica. Voc√™ pode, por exemplo, mudar a imagem inicial da escala, tornando-a 3 placas em vez de 2, que voc√™ se lembra muito bem.

    Mas tamb√©m pode proceder de uma forma mais cl√°ssica (e um pouco mais longa), convertendo o 3 na imagem aMo (convers√£o fon√©tica) e inserindo esta √ļltima numa das 5 subloca√ß√Ķes da escala.

    ‚ÄúConsolidado‚ÄĚ aqui √© claro que primeiro voc√™ deve saber o que √©. O balan√ßo patrimonial consolidado √© um balan√ßo patrimonial resumido de todos os balan√ßos. Vale a pena lembrar, talvez imaginando um console (asson√Ęncia) em outro locus da escala. Ou, melhor ainda, os livros da balan√ßa poderiam ser todos encadernados. Ou, finalmente, se voc√™ tem um m√≠nimo de prepara√ß√£o econ√īmica, tamb√©m pode dar como certa a presen√ßa de um balan√ßo patrimonial consolidado e, portanto, n√£o precisa se lembrar dele intencionalmente com uma imagem.

    Em resumo, portanto, se fiz√©ssemos um reconhecimento de sua mente, neste momento dever√≠amos ser capazes de ver a imagem de um Abacus, pairando sobre o qual h√° uma escala de tr√™s placas, na qual existem grandes livros cheios de n√ļmeros encadernados juntos., e na qual voc√™ focalizou duas subloca√ß√Ķes: a base, na qual voc√™ v√™ uma caneta elegante para escrever, e a haste, da qual um imperador com todo o Senado est√° pendurado.

    Além disso, há uma série de elementos que são bastante óbvios e que você pode lembrar naturalmente.

    Então, você pode dizer com alguma facilidade:

    √Ābaco -> ponto A)

    Aprova (menmot√©cnica), sob proposta do reitor e com a aprova√ß√£o do senado acad√™mico (mnemot√©cnica), os or√ßamentos (mnemot√©cnica - √© o elemento central) or√ßamentos e contas finais (√≥bvias), anuais (√≥bvias e trienais (menos √≥bvias) , Lembro-me com mnemot√©cnicos) da universidade (√≥bvio, e de quem sen√£o?) E do balan√ßo consolidado (mais ou menos √≥bvio, voc√™ decide se memoriza com mnem√īnicos ou lembra como um dado dedut√≠vel e l√≥gico).

    O interessante √© que, enquanto voc√™ decide o que lembrar com mnem√īnicos e quais n√£o, o racioc√≠nio e as escolhas que voc√™ faz para decidir o ajudam a memorizar a si mesmos.

    Por exemplo, eu me perguntei a diferen√ßa entre a proposta (do reitor) e a aprova√ß√£o (do senado acad√™mico): e percebi (voltamos aqui √† import√Ęncia das sutilezas lingu√≠sticas na lei) que o reitor tem o responsabilidade de elaborar as demonstra√ß√Ķes financeiras e submet√™-las ao Senado e ao Conselho de Administra√ß√£o para aprova√ß√£o.

    As duas express√Ķes "sob proposta" e "com aprova√ß√£o" refletem, portanto, tarefas e responsabilidades diferentes: uma coisa √© cuidar da reda√ß√£o de um documento, outra coisa √© esperar que eles o apresentem e expressem uma opini√£o sobre isto.

    √Č claro que, se voc√™ n√£o fizer esse tipo de an√°lise e n√£o chegar a esse tipo de compreens√£o do texto, a memoriza√ß√£o fica muito longa e at√© um pouco irreal.

    Um pouco como tentar memorizar um poema, ainda mais em uma língua que você não conhece bem.

    Falei sobre a import√Ęncia do contexto no artigo de Baker Baker sobre o paradoxo: quanto mais voc√™ sabe, mais f√°cil √© receber novas informa√ß√Ķes. Quanto mais voc√™ sabe, menos memoriza√ß√£o intencional voc√™ precisa fazer.

    Mas quando, por outro lado, você sabe pouco ou nada sobre um assunto, está tentando colocar as frases em sua cabeça palavra por palavra.

    Memorizar então se torna um verdadeiro pesadelo e não há técnica de memória que possa salvá-lo.

    Para me explicar melhor, vamos ver todo o processo de memorização que fizemos para o artigo a)

    • an√°lise de fragmento de texto
    • compreens√£o e elabora√ß√£o
    • escolha de uma imagem / palavra que represente o tema principal do fragmento
    • identifica√ß√£o de no√ß√Ķes que podem ser conectadas de forma natural e f√°cil √† ideia principal, que chamamos de "consequente"
    • identifica√ß√£o das no√ß√Ķes mais dif√≠ceis de conectar, e que chamamos de "n√£o conseq√ľentes"
    • escolha de palavras / imagens que o ajudem a se lembrar das n√£o consequentes
    • segmenta√ß√Ķes em subloci da imagem principal
    • associa√ß√£o de palavras / imagens "n√£o consequentes" a subloca√ß√Ķes

    A velocidade desse processo depende muito do que est√° na categoria "conseq√ľente" e do que est√° na categoria "n√£o conseq√ľente".

    Essas defini√ß√Ķes raramente s√£o objetivas. Na maioria das vezes, depende de quem est√° lendo.

    Por exemplo, quando leio um texto m√©dico, encontro muitas informa√ß√Ķes consequentes: ou seja, coisas das quais me lembro com naturalidade, porque, sendo licenciado em medicina, coloco-as num contexto muito amplo de conhecimentos pr√©-adquiridos.

    Ao passo que quando leio um texto jur√≠dico / administrativo encontro muitas informa√ß√Ķes que para mim t√™m pouco contexto e, portanto, tenho que construir muito mais imagens para lembr√°-las.

    Para este conselho,

    1. antes de iniciar a fase de memorização de novos assuntos, lê-los todos de uma vez e elaborá-los bem, caso contrário corre o risco de fazer um esforço enorme para memorizar coisas que, tendo uma visão mais ampla do assunto, facilmente se lembraria.
    2. para esclarecer tudo o que voc√™ n√£o sabe, para que tenha que memorizar palavras vazias, mas conceitos que voc√™ conhece. Por exemplo, n√£o tente memorizar que um CDA deve aprovar um or√ßamento se voc√™ n√£o tiver pelo menos uma ideia um tanto clara do que √© um CDA e o que √© um Or√ßamento. N√£o memorize "acordes e conven√ß√Ķes", a menos que voc√™ primeiro saiba a diferen√ßa entre esses dois termos. E assim por diante.

    Mas agora, como nunca h√° muitos exemplos, vamos ver rapidamente o ponto B) juntos.

    Como voc√™ deve se lembrar, a palavra barril corresponde a ela, e no barril est√° meu amigo o programador Alessandro (ter uma pessoa espec√≠fica que voc√™ conhece ajuda a lembrar e favorece a poss√≠vel segmenta√ß√£o em subloca√ß√Ķes).

    b) aprova, sob proposta do Reitor e após parecer do Senado Académico para os aspectos da sua competência, o documento de planeamento trienal da Universidade, a orientação estratégica, o planeamento financeiro anual e trienal, o anual e planejamento de equipe de três anos;

    "Aprovar" ser√° identificado pela caneta elegante de costume e ir√° para o primeiro sub-foco

    ‚ÄúSob proposta do Reitor e sujeito ao parecer do Senado Acad√™mico‚ÄĚ ser√° identificada pelo imperador e senado no segundo subfoco

    ‚ÄúNos aspectos de sua compet√™ncia‚ÄĚ me parece um exemplo de texto jur√≠dico mal redigido, s√≥ para complicar um pouco as coisas. Na verdade, √© √≥bvio que cada um se expressa nos aspectos de sua compet√™ncia e n√£o naqueles que n√£o lhe pertencem. De qualquer forma, eu diria que voc√™ n√£o precisa de mnem√īnicos para se lembrar disso.

    Chegamos agora à questão da programação, que é o elemento fundamental do texto.

    H√°:

    • um documento de programa√ß√£o
    • planejamento financeiro
    • uma agenda de equipe

    Então, em uma sublocação, você tem que colocar esses três dados, talvez representados por um general, um financeiro, um gerente de RH.

    O facto de existirem 3 valores também ajuda a lembrar que, tal como na alínea a), estamos a falar de anual e trienal.

    Quando endereçado estrategicamente, você também o transformará em uma imagem (por exemplo, o verso de um envelope com um endereço escrito nele) e o inserirá em um subfoco.

    Voc√™ deve, portanto, identificar, em seu programador, 4 subloca√ß√Ķes √†s quais associar as 4 informa√ß√Ķes. Deixo isso para voc√™, n√£o faria muito sentido dar um exemplo com meu amigo Alessandro, que voc√™ n√£o conhece.

    Depois de identific√°-los e fazer as associa√ß√Ķes com as imagens, aqui podemos atuar.

    aprova (mnemotécnicos), sob proposta do reitor e do senado acadêmico (mnemotécnicos) para os aspectos de sua competência (óbvio), o planejamento geral trienal (mnemotécnicos), o planejamento financeiro e de pessoal anual e trienal, o direção estratégica (mnemotécnica).

    Observe que a frase é muito semelhante, mas não exatamente igual à original. Isto porque geralmente não é necessário lembrar palavra por palavra.

    Se fosse, você ainda precisa fazer um pequeno esforço para passar do "planejamento geral" para um documento de planejamento universitário de três anos.

    Não deve ser difícil.

    Você pode fazer isso com a memória natural, lembrando primeiro que a programação geral de três anos não é correta e deve ser melhor especificada.

    A√≠ a express√£o ‚Äúdocumento de planejamento trienal universit√°rio‚ÄĚ vir√° por si mesma, j√° tendo sido escrita algumas vezes.

    Ou voc√™ pode fazer isso com mnem√īnicos, substituindo a imagem do general (que eu havia escolhido para ter tr√™s pessoas, que me pareceu f√°cil de lembrar) pela de um documento (por exemplo, o ‚Äúenvelope‚ÄĚ representando os documentos no PC).

    Mais uma vez, a lógica também o ajudará.

    Na verdade, uma vez que você sabe que estamos falando de programação, é natural dizer “ok, mas e quanto? E por quanto tempo a programação é feita "?

    E responder ‚Äúestrat√©gico, pessoal, financeiro e geral‚ÄĚ e depois ‚Äúpor um ano e por 3 anos‚ÄĚ n√£o √© t√£o dif√≠cil de memorizar, n√£o √©?

    conclus√Ķes

    Agora que completamos este longo exemplo, vamos tentar responder brevemente √† pergunta de Sara, ‚ÄúComo voc√™ memorizaria uma longa lista de informa√ß√Ķes como as fun√ß√Ķes do Conselho de Administra√ß√£o da Universidade‚ÄĚ, resumindo o que vimos at√© agora.

    primeira fase

    • Crie um pal√°cio de mem√≥ria, ou outro tipo de caminho de imagem, usando sua mem√≥ria de longo prazo (esta etapa s√≥ √© necess√°ria quando as coisas precisam ser lembradas em ordem).
    • Para cada fragmento textual, identificar a ideia principal atrav√©s de uma primeira leitura e processamento de texto.
    • Conforme voc√™ l√™ e processa, tente resolver d√ļvidas conceituais e de significado tamb√©m, para criar que conhecimento do contexto essencial para a compreens√£o e memoriza√ß√£o de longo prazo. (por exemplo, veja o que √© um or√ßamento se voc√™ n√£o souber. Pense na diferen√ßa entre aprovar e propor. E assim por diante)
    • Associe a imagem que representa o fragmento de texto √† imagem correspondente no caminho criado anteriormente
    • Tente fazer uma primeira repeti√ß√£o, voc√™ precisar√° dela para consolidar as imagens mentais e suas associa√ß√Ķes. Al√©m disso, se voc√™ j√° conhece o assunto, a mem√≥ria natural permitir√° que voc√™ j√° se lembre de v√°rios detalhes secund√°rios
    • Se, e somente se, voc√™ precisar saber mais detalhes, passe para a segunda etapa da memoriza√ß√£o.

    segunda fase

    • Identifique, em cada fragmento, tudo o que √© √≥bvio para voc√™ ou facilmente lembrado gra√ßas √† ideia principal. As chamadas informa√ß√Ķes "consequentes". Para sua memoriza√ß√£o, voc√™ depender√° do racioc√≠nio e da repeti√ß√£o.
    • Identifica, em cada fragmento, todas as informa√ß√Ķes dif√≠ceis de recordar, o que denomino "n√£o consequentes". Em seguida, transforme-os em imagens, tentando usar o m√≠nimo poss√≠vel
    • Segmente, na imagem principal do fragmento, tantas subloca√ß√Ķes quantas forem as informa√ß√Ķes n√£o consequentes a lembrar.
    • Associe uma (ou mais) imagens de informa√ß√Ķes n√£o conseq√ľentes a cada subfoco
    • Repita tudo mais uma vez

    Quanto tempo leva para fazer todo esse trabalho?

    Depende de quatro coisas:

    • Que n√≠vel de detalhamento voc√™ precisa obter: basta a ideia principal ou voc√™ tem que saber tudo como um poema?
    • O quanto voc√™ j√° sabe sobre o t√≥pico: isso afeta tanto o tempo que voc√™ gasta explorando conceitos e significados, quanto a quantidade de informa√ß√Ķes consequentes que voc√™ √© capaz de identificar
    • Qu√£o confiante voc√™ est√° no uso de t√©cnicas de mem√≥ria
    • Que tipo de perguntas voc√™ encontrar√° no exame: uma coisa √© estudar responder a uma pergunta como "Liste TODAS as fun√ß√Ķes do CDA para mim". Outra coisa √© ter que estudar para fazer uma verifica√ß√£o cruzada com perguntas como ‚ÄúQuem traz a proposta de or√ßamento? O reitor ou a diretoria? ‚ÄĚ. √Č claro que responder √†s perguntas do primeiro tipo requer um estudo muito mais intenso.

    Por exemplo, se você é um graduado em economia que sabe o que é um CDA, conhece técnicas de memória, precisa se lembrar apenas dos conceitos principais e prepara um teste de verificação cruzada, estudar esta lista não deve custar mais da metade uma hora.

    Se, por outro lado, o assunto é novo para você, você usa as técnicas mais ou menos, você tem que lembrar até os menores detalhes, e você prepara uma pergunta oral com perguntas abertas, aqui você tem que ficar neste documento por talvez até uma hora e meia.

    Em todo caso, posso dizer com razoável certeza que um bom uso das técnicas acelera muito em relação à preparação tradicional.

    Pense se voc√™ tivesse que lembrar at√© mesmo apenas as 21 ideias principais com a √ļnica estrat√©gia de repeti√ß√£o: voc√™ teria que repeti-las v√°rias vezes para memorizar todas, e ent√£o teria que revis√°-las com muita frequ√™ncia nos dias seguintes, porque voc√™ tem uma decad√™ncia de mem√≥ria muito r√°pida.

    Com as técnicas, por outro lado, você as memoriza mais rapidamente em primeiro lugar. E, acima de tudo, para manter a memória "fresca", você deve repeti-los com muito menos frequência.

    √Č a grande vantagem das imagens e do uso de mem√≥rias de longa dura√ß√£o.

    No ponto M, por exemplo, falamos sobre sustentabilidade financeira. Quantas vezes você teria que repetir a lista para se lembrar dela? E quantas vezes você deve repetir no futuro para não esquecer?

    Aqui, em vez disso, ver a Parede de sua casa sustentada por uma coluna feita de dinheiro, relembrar a sustentabilidade financeira é muito mais fácil.

    Antes de terminar, permita-me uma √ļltima considera√ß√£o.

    Memorizar todos os 21 pontos em detalhes levei 50 minutos, ou 2 minutos e meio cada. Para escrever o procedimento com clareza e ordem neste artigo, demorei mais de 6 horas.

    Isso informa o quanto a verbaliza√ß√£o √©, em compara√ß√£o com as imagens, algo lento, inc√īmodo, impreciso.

    A visualização de duas imagens e sua associação é uma questão de segundos; descrevê-los em palavras é, ao invés, longo e cansativo.

    As técnicas de memória, portanto, parecem complicadas apenas quando você as descreve; quando você realmente os usa, eles são uma das ferramentas mais diretas que existem.

    E, no final das contas, 90% da habilidade em us√°-los est√° em aprender como produzir imagens eficazes.

    Uma saudação e até breve.

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