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    O radar da infidelidade: um mecanismo para detectar traição

    Quem sou
    Joe Dispenza
    @joedispenza
    FONTES CONSULTADAS:

    wikipedia.org

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    Podemos identificar uma quantidade surpreendente de informações sobre outras pessoas a partir dos pequenos detalhes, mesmo sem estarmos totalmente cientes disso. Podemos dizer se uma pessoa é confiável em segundos e podemos sentir empatia por alguém em minutos. Isso se deve a um mecanismo ancestral que nos permite formar a "primeira impressão". A primeira impressão é um mecanismo muito útil que nos ajuda a nos desvencilharmos do tecido social mesmo quando sabemos muito pouco sobre a pessoa que estamos diante . Por isso, diante da falta de informação, analisamos rapidamente a pessoa em busca de qualquer detalhe que possa nos orientar, permitindo-nos avaliar em poucos segundos se podemos nos aproximar ou se é mais seguro nos distanciarmos.

    Agora, alguns pesquisadores da Brigham Young University foram mais longe, afirmando que todos nós temos um "Radar da Infidelidade", uma capacidade que não só é ativada dentro do relacionamento do casal, mas também nos permite detectar prováveis ​​sinais de traição em outros casais.



    Um casal, uma atividade comum e um observador externo

    Os pesquisadores recrutaram 51 pessoas, algumas das quais estavam em um relacionamento. Cada um foi convidado a responder a uma entrevista em que investigou possíveis traições contra o parceiro atual. Depois, cada pessoa foi filmada por cerca de cinco minutos enquanto desenhava. A chave era que uma das pessoas estava vendada enquanto a outra tinha que guiá-la no desenho. Então, no final, os papéis se inverteram.

    Posteriormente, outras pessoas foram convidadas a assistir aos vídeos e avaliar se acreditavam que algum dos participantes demonstrava interesse romântico pela outra pessoa, se haviam flertado com outras pessoas ou se haviam tido relações sexuais fora do relacionamento.


    Curiosamente, muitas dessas pessoas foram capazes de identificar quem eram as pessoas infiéis.

    Não satisfeitos com os resultados, os psicólogos voltaram a repetir o experimento, desta vez com 43 pessoas. Porém, nesta ocasião, os observadores foram solicitados a, além de identificarem os infiéis, também avaliarem alguns valores de cada um dos membros do casal, como o nível de compromisso e confiança.


    Mais uma vez, os observadores acertaram. Assim, os pesquisadores descobriram que os julgamentos dessas pessoas eram baseados no grau de confiança e comprometimento que cada membro do casal exibia. Em outras palavras, os observadores chegaram a conclusões baseadas nos pequenos detalhes que apareceram durante o relacionamento do casal e que lhes permitiram determinar se um dos dois era infiel.

    Onde nasceu esse "radar da infidelidade"?

    Segundo os investigadores, todos estamos equipados com uma espécie de radar que nos permite detectar a infidelidade alheia, habilidade que permitiu aos nossos antepassados ​​prosperar, sobretudo tendo em conta as consequências negativas que a infidelidade teve no passado quando dos recursos disponíveis para eles, uma família era muito limitada. Esse mecanismo evolutivo permitiu aos homens identificar mulheres infiéis de modo a evitar assumir o sustento de filhos que não eram seus e, no caso das mulheres, alertou-as para os homens que poderiam abandoná-las à própria sorte.

    Atualmente esses problemas não existem, mas o "Radar de Infidelidade" continua a se ativar, principalmente porque a maioria das pessoas tenta estabelecer uma relação duradoura que transmita segurança. Assim, no nível subconsciente, é muito útil para nós apreender os pequenos detalhes que indicam quando uma pessoa não é confiável. Dessa forma, podemos pensar duas vezes antes de nos comprometermos. Na prática, graças a esse mecanismo, podemos identificar os sinais que podem destruir o relacionamento de um casal.



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