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    O que seus olhos dizem? 7 mensagens que enviam aos alunos

    Quem sou
    Joe Dispenza
    @joedispenza
    FONTES CONSULTADAS:

    wikipedia.org

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    aviso de conte√ļdo

    No passado, dizia-se que os olhos são o espelho da alma. Na verdade, ainda hoje muitas pessoas tentam descobrir uma mentira pedindo que a pessoa olhe diretamente nos olhos. Enfim, isso é apenas um mito popular ou é verdade que os olhos falam por nós? A ciência descobriu recentemente que nossos olhos podem enviar muitos sinais ao nosso interlocutor, basta saber interpretá-los.

    1. Estamos pensando em algo complicado

    Em 1964, alguns psicólogos da Universidade de Chicago recrutaram um grupo de pessoas e pediram que resolvessem vários problemas. A chave era que esses problemas aumentavam gradualmente em complexidade. Enquanto as pessoas resolviam problemas, os pesquisadores os analisavam. Eles descobriram que quanto mais difícil é o problema que enfrentamos, mais nossas pupilas se dilatam.



    2. Nosso cérebro está saturado

    Em 1973, psic√≥logos da Universidade da Calif√≥rnia se perguntaram se os alunos poderiam indicar quando alcan√ßaram o limite de sua capacidade cognitiva. Ent√£o, eles recrutaram um grupo de volunt√°rios e pediram que resolvessem um problema que aparecia na tela do computador o mais r√°pido poss√≠vel. Era uma quest√£o de escolher uma √ļnica resposta entre quatro op√ß√Ķes diferentes. O truque era que os problemas flu√≠am cada vez mais r√°pido, at√© o ponto em que as pessoas se sentiam incapazes de continuar. Desta forma, foi poss√≠vel observar que quando nosso c√©rebro est√° sobrecarregado, nossas pupilas diminuem consideravelmente de tamanho.

    3. Eles chamaram nosso interesse

    Em 1977, tamb√©m os psic√≥logos da Universidade da Calif√≥rnia realizaram uma experi√™ncia muito interessante: recrutaram um grupo de pessoas pedindo-lhes que ouvissem a leitura de um livro er√≥tico, a hist√≥ria de uma mutila√ß√£o e um conte√ļdo neutro que n√£o despertou nenhum particular emo√ß√£o. O interessante √© que as pupilas dilatavam-se no in√≠cio de cada hist√≥ria e permaneciam dilatadas, mas apenas naquelas que ouviam as hist√≥rias er√≥ticas ou violentas. Portanto, quando algu√©m realmente chama nosso interesse, as pupilas se dilatam e assim permanecem.



    4. Sentimos nojo

    Em 1960, um grupo de psic√≥logos da Universidade de Chicago preparou uma s√©rie de imagens que poderiam desencadear diferentes rea√ß√Ķes. Uma c√Ęmera capturou os alunos enquanto eles viam as imagens. Assim, foi poss√≠vel observar que quando as pessoas olhavam para imagens de viol√™ncia, de mutila√ß√£o ou com pessoas que machucavam crian√ßas, reagiam com profundo desgosto. O interessante √© que a princ√≠pio suas pupilas estavam dilatadas, mas logo depois o tamanho diminuiu consideravelmente, numa tentativa inconsciente de evitar as imagens que despertavam nojo.

    5. Sentimos dor

    Em 1999, psic√≥logos da Universidade de Washington recrutaram um grupo de pessoas para um experimento doloroso por uma boa causa: a ci√™ncia. Essas pessoas receberam pequenos choques el√©tricos na ponta dos dedos, enquanto suas pupilas eram analisadas. Nesse caso foi poss√≠vel perceber que quando sentimos dores nossas pupilas ficam muito dilatadas, √© uma resposta autom√°tica do sistema nervoso aut√īnomo que nos prepara para escapar do perigo e, claro, precisamos que nossa vis√£o esteja a 100%. para identificar quaisquer amea√ßas no ambiente circundante.

    6. Eles revelam nossa escolha política

    Em 1969, foi realizado um dos estudos mais curiosos sobre o que os nossos alunos comunicam. Nesse caso, os psic√≥logos da Louisiana State University recrutaram pessoas com posi√ß√Ķes pol√≠ticas muito diferentes e que tinham certeza delas. Assim, eles mostraram-lhes imagens de grandes personagens tradicionalmente liberais ou conservadores. Nesse ponto, os pesquisadores perceberam que nossas pupilas dilatam quando vemos pessoas que compartilham de nossas vis√Ķes pol√≠ticas e se contraem quando vemos algu√©m que √© o oposto.


    7. Eles revelam alguns traços de nossa personalidade


    Desta vez, n√£o se trata de pupilas dilatadas ou contra√≠das, mas de linhas da √≠ris. De acordo com pesquisadores do Instituto Karolinska, se olharmos bem nos olhos de uma pessoa, podemos descobrir algumas caracter√≠sticas de sua personalidade. Quando as criptas encontradas na √≠ris (filamentos ondulados) irradiam para fora da pupila, as pessoas tendem a ser mais sens√≠veis, honestas, gentis e ter emo√ß√Ķes mais positivas. Quando c√≠rculos conc√™ntricos aparecem ao redor da √≠ris, as pessoas tendem a ser mais nervosas e impulsivas. A chave est√° no gene Pax6, que est√° envolvido n√£o apenas no crescimento do tecido ocular, mas tamb√©m no desenvolvimento do c√≥rtex cingulado anterior, que est√° envolvido na regula√ß√£o do humor e no autocontrole.


    Altera√ß√Ķes pequenas demais para serem notadas?

    Neste ponto, você provavelmente está pensando que esses detalhes são pequenos demais para serem notados. No entanto, de acordo com um estudo do Dartmouth College, provavelmente não notamos muitas dessas mudanças conscientemente, mas certamente não passam despercebidas por nosso inconsciente. Esses neurocientistas analisaram a atividade cerebral de dezenas de pessoas enquanto observavam outras, com pupilas dilatadas, normais ou restritas. Assim, eles puderam ver que nossos cérebros reagem de maneira diferente, especialmente a amígdala, que é nossa sentinela emocional. Na verdade, quando as pupilas se dilatam, a amígdala aumenta sua atividade, talvez para indicar que precisamos ter cuidado.



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