Fixação funcional: criatividade e imaginação

    Fixação funcional: criatividade e imaginação

    Muitas vezes nos confundimos tentando encontrar uma solução improvável quando, na realidade, a resposta está bem diante de nossos olhos. O problema é que não vemos, não conseguimos reajustar todas as peças do mosaico da maneira certa. Em psicologia, isso é conhecido como "fixação funcional".

    Fixação funcional é quando estamos tão acostumados a imaginar o uso de um objeto ou situação de uma certa maneira e não podemos sair desse padrão preciso. Por exemplo, se você se pergunta como uma colher poderia ser usada, provavelmente a primeira resposta que vem à mente é comer. E é verdade, porque é isso que você faz todos os dias com essa ferramenta.



    Somente quando você se esforça um pouco mais, pode vislumbrar outras possibilidades além do significado que lhe deu durante anos. Isso significa encontrar soluções criativas que podem nos ajudar a sair das formas tradicionais de pensar e significados estabelecidos, permitindo que nossa imaginação e fantasia façam o resto.

    Para avaliar sua fixação funcional, convido você a tentar resolver o problema abaixo:

    Você tem dois anéis de aço e seu objetivo é se juntar a eles. Para fazer isso, você tem uma vela enorme, uma caixa de fósforos e uma faca. O que você está fazendo?

    Bem, o ponto chave é lembrar que dentro da vela há um barbante (o pavio). Usando a faca você pode quebrar a vela e extrair esta corda para amarrar os dois anéis. Claro, encontrar essa solução é difícil porque assim que ouvimos as palavras "fósforos" e "vela", pensamos automaticamente em acender a vela com fósforos.

    Felizmente, existe uma maneira fácil de escapar da abordagem funcional, que é dividir o problema em diferentes partes. Por exemplo, no problema mencionado acima, bastaria perceber que a vela é feita de cera e pavio. Nesse ponto, você provavelmente já teria intuição.



    Agora, talvez, você esteja se perguntando se essa estratégia para criar soluções originais também se aplica à vida cotidiana prática e não apenas aos problemas com anéis e velas. A resposta é sim. Não importa o problema que você enfrente, você deve sempre dividir este em muitos outros pequenos
    problemas, porque será mais fácil de resolver porque será mais fácil identificar as relações entre as diferentes partes.



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