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    Conselhos de neurociência para XNUMX e poucos anos: relaxe e ame-se mais

    Quem sou
    Louise Hay
    @louisehay
    FONTES CONSULTADAS:

    wikipedia.org

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    Exausta. Estressado pelo trabalho. Correr de um lado para o outro para cumprir os v√°rios compromissos do dia, descansando o m√≠nimo poss√≠vel. Dormir mal e com sa√ļde prec√°ria ...

    Não é o retrato de cinquenta anos em plena crise da menopausa, mas de mulheres jovens, de trinta anos, submetidas a uma tensão que disparou todos os alarmes. A caixa de Pandora foi aberta por psicólogos suecos da Universidade de Umeå, que alertam que as mulheres de hoje não só estão mais estressadas do que as dos anos 90, mas desde então a porcentagem de mulheres que sofrem de ansiedade e outras doenças desencadeadas pelo estresse dobrou.



    Bem-estar feminino em queda livre

    Os pesquisadores analisaram 1.811 homens e mulheres com idades entre 25 e 34 anos de diferentes gera√ß√Ķes: 1990, 1994, 1999, 2004, 2009 e 2014. Foi feita uma pergunta muito simples: Como voc√™ se sente?

    Eles descobriram que nas √ļltimas d√©cadas o n√≠vel de bem-estar percebido pelos homens tem sido superior ao das mulheres e est√° melhorando sistematicamente. J√° do lado feminino acontece o contr√°rio: na d√©cada de 90, apenas 8,5% dos trinta anos confessava se sentir mal, hoje esse n√ļmero sobe para 20%. O que est√° acontecendo?

    Mulheres jovens cada vez mais estressadas e exaustas

    Os pesquisadores mergulharam em seu estudo para descobrir o que est√° comprometendo o bem-estar das mulheres. Os dados indicam que as mulheres hoje est√£o mais ansiosas e insatisfeitas com suas condi√ß√Ķes econ√īmicas do que no passado, sofrem maiores press√Ķes no trabalho e se sentem sobrecarregadas pelas expectativas sociais de sucesso, pr√≥-atividade e apar√™ncia f√≠sica.

    Na verdade, as dificuldades em conciliar o trabalho e a vida privada continuam a ser uma das principais causas do sofrimento das mulheres: as mulheres suportam um fardo maior de compromissos, são mais sensíveis aos conflitos pessoais no trabalho e, se tentarem se adaptar, correm o risco de esgotar-se ainda mais.



    N√£o devemos esquecer que, por raz√Ķes biol√≥gicas, as mulheres s√£o mais sens√≠veis ao estresse do que os homens. Por raz√Ķes hormonais, √°reas do c√©rebro relacionadas ao processamento emocional, como a am√≠gdala e o giro cingulado anterior, s√£o mais "sens√≠veis" a est√≠mulos que geram ansiedade. Some-se a isso o estressante ambiente de trabalho, social e familiar, √© muito prov√°vel que a mulher acabe desenvolvendo transtornos de humor, como depress√£o ou ansiedade.

    Na verdade, estima-se que cerca de um ter√ßo das mulheres sofre de um n√≠vel clinicamente significativo de ansiedade e depress√£o que afeta seu bem-estar. Os pesquisadores alertam que esse tipo de colapso nervoso a partir dos 30 anos aumenta n√£o s√≥ o risco de sofrer de problemas psicol√≥gicos, mas tamb√©m de outras dificuldades de sa√ļde, como doen√ßas cardiovasculares, porque as mulheres s√£o particularmente propensas a problemas emocionais somatizantes.

    Equilibre-se melhor e ame-se mais

    Os homens têm, em média, 70 minutos a mais de tempo livre por dia do que as mulheres. Isso significa que as mulheres devem aprender a conciliar melhor a vida profissional e social com os momentos de desligamento necessários. Devemos aprender a dizer que não estamos lá para ninguém, porque temos que estar sozinhos conosco.


    Devemos lembrar que aos 30 anos podemos correr e levar uma vida estressante porque o corpo permite, mas o cansaço logo nos mostrará a conta. Portanto, devemos estar cientes de que não temos superpoderes e precisamos descansar.

    Não se trata apenas de aprender as técnicas para gerenciar melhor o estresse, fazendo ioga ou praticando meditação da atenção plena, precisamos fazer uma mudança muito mais profunda. Essa mudança começa por não exigir muito de si mesmo e entender que você não tem nada a provar a ninguém além de si mesmo.


     

     

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